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Do pouco que sei.

I, I, I'mEduarda Fernandes
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Agora, vamos à formalidade...

Foto: Igor Cerqueira

​Eduarda Fernandes (25) é atriz e professora de teatro, formada pelo Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART/FCS) - Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Cofundadora do grupo Quartatela, sua prática artística se estende ao audiovisual, à dramaturgia/direção, à dança e à educação. Nesta última categoria, coordena e ministra aulas pela Iniciativa Caminante — projeto autoral de arte-educação direcionado à educação básica. 
 

No cinema e na televisão, atuou na série “Colapso” (2022)*, de Hermano Taranto; nos longas-metragens “Pedra de Gelo ao Sol (2023)*, de João Borges (protagonista); “O Último Episódio” (2021)*, de Maurílio Martins (Filmes de Plástico); “Saideira” (2024), de Pedro Arantes e Júlio Taubkin (Glaz Entretenimento) e “Zé” (2023), de Rafael Conde — este último previsto para estrear no 2° semestre de 2024. E também: nos curtas-metragens “Beijos de Peixe (2022)*, de Ana Regis (protagonista), e “Jardim Tropical (2022)*, de Breno Alvarenga e Luiza Garcia (protagonista), todos os projetos em pós ou inéditos nos cinemas.

Entre os trabalhos estreados, atuou como protagonista no longa-metragem “Luna” (2019), de Cris Azzi: o filme teve sua estreia nacional no Festival de Brasília (2018), dando continuidade à sua trajetória no Festival do Rio (2018) — onde a atriz ganhou uma menção honrosa. No mesmo ano: Panorama Coisa de Cinema, na Bahia, premiado como melhor filme nacional; Festival Internacional de Cine de Cartagena de Indias, na Colômbia, e Durban International Film Festival, na África do Sul. O longa estreou nas salas de cinema em 2019, pela Cineart Filmes.
 

Atuou, ainda, no telefilme “Comadres (2022), de Renata Sette (TV Globo); nos curtas-metragens “Urdido” (2021), de Samuel Quintero, e “Lençol Branco” (2021), de Rebecca Morenno (protagonista) — ambos exibidos em festivais nacionais e internacionais em 2021/2022; série “Sou Amor” (2018), de André Amparo e Cris Azzi, exibida pela Rede Minas, TV Cultura, TVE Bahia e distribuída pela O2 Play. Agora, em circuito como longa-metragem, a série esteve no Festival Cine Ceará (2023), onde levou o prêmio de melhor atuação para o coletivo de atores; locutora da série “O Mundo da Gente” (2017), exibida pela TV Cultura e disponível no Globo Play, além de diversas produções no segmento publicitário.
 

*em pós-produção

No teatro, estreou seu solo autoral Sonhos: Manifesto” (2023), que traz à cena questões relacionadas à dimensão onírica, na mostra Solo Em Foco. Ainda em 2023, protagonizou o espetáculo “Viva Ópera”, sob direção cênica de Pablo Maritano e regência musical de Lígia Amadio. Em 2022, trouxe à cena “Como Se Fosse A Casa”, solo da atriz e professora Ana Hadad, no qual assina a direção e a dramaturgia. Em 2021, apresentou a cena Levante”, com direção de Rafael Batista, no Festival de Cenas Curtas do Galpão, premiada em todas as categorias pelo júri oficial e pelo júri popular.

​Atuou nas peças “Eclipse Solar” (2018), com direção do cineasta Ricardo Alves Jr.; “Há Algo de Podre no Reino da Dinamarca” (2018), com direção Rogério Araújo (Grupo Armatrux) e dramaturgia de Vinícius de Souza (Temos Planos Incríveis), e “Desarranjo” (2014), com direção de Leonardo Fernandes. Recentemente, foi uma das autoras convidadas da edição comemorativa de 10 anos do festival Janela de Dramaturgia (2022): mostra pioneira de dramaturgia contemporânea da cidade de Belo Horizonte — e do Brasil —, onde leu seu texto inédito “Distância Entre Dois Pontos: Ensaio Sobre O Morar

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Foto: Igor Cerqueira
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